quarta-feira, 9 de novembro de 2011




Dona,

Pelas ruas onde andas

Onde mandas todos nós

Somos sempre mensageiros

Esperando tua voz

Não há pedra em teu caminho
Não há ondas no teu mar
Não há vento ou tempestade
Que te impeçam de voar

Teus desejos, uma ordem

Nada é nunca, nunca é não

Porque tens essa certeza

Dentro do teu coração

Umas vezes nossa amiga
Outras nossa perdição
Ou teu ódio ou teu carinho
Nos carregam pela mão

O poder que nos levanta
A força, que nos faz cair
Qual de nós ainda não sabe
Que isso tudo te faz dona?

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